A produção industrial (transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, registrou crescimento de 0,4% em julho de 2026, em comparação ao mês de junho, quando houve aumento de 1,6%. Na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana reduziu a produção em 4,3%. No período de janeiro a julho do ano, a atividade industrial acumulou queda de 4,9% e, no acumulado dos últimos 12 meses, registrou taxa negativa de 2,9%, ambas em relação ao mesmo período anterior.
As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). No mês de julho de 2026, em comparação com igual período do ano anterior, seis das 11 atividades pesquisadas assinalaram declínio na produção.
O segmento de Produtos químicos (-16,6%) exerceu a principal influência negativa no mês, explicada especialmente pela menor fabricação de pentóxido de divanádio, desodorantes corporais e antitranspirantes e fertilizantes minerais ou químicos (npk).
Também registraram queda, Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,8%), Metalurgia (-11,9%), Produtos de borracha e de material plástico (-5,5%), Bebidas (-3,1%) e Máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-0,9%). Por sua vez, Celulose, papel e produtos de papel (3,8%) registrou a maior contribuição positiva, atribuída ao aumento na produção de pastas químicas de madeira (celulose).
Registraram aumento Produtos alimentícios (1,9%), Produtos de minerais não metálicos (7,4%), Indústrias extrativas (1,8%) e Couro, artigos para viagem e calçados (1,8%).
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