Em junho de 2026, o preço da cesta básica de Salvador apresentou queda de -1,56% em relação a maio e ficou em R$ 696,22. Em 12 meses, o valor acumulou elevação de 11,60%. Em 2026, registra alta de 14,61%.
Entre maio e junho de 2026, oito dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-8,64%), manteiga (-3,17%), arroz agulhinha (-3,08%), óleo de soja (-2,71%), açúcar cristal (-2,23%), café em pó (-2,05%), banana (-1,30%) e carne bovina de primeira (-0,65%).
Os outros quatro alimentos apresentaram elevação de preço: feijão carioca (10,36%), farinha de mandioca (1,45%), leite integral (0,27%) e pão francês (0,18%).
No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em seis dos 12 produtos: feijão carioca (51,28%), tomate (42,05%), carne bovina de primeira (12,53%), banana (10,34%), leite integral (9,44%) e pão francês (3,88%).
Apresentaram diminuição de preços: açúcar cristal (-20,05%), arroz agulhinha (-16,14%), café em pó (-14,26%), manteiga (-8,74%), farinha de mandioca (-3,58%) e óleo de soja (-2,48%).
No acumulado do ano, ou seja, entre dezembro de 2025 e junho de 2026, seis produtos registraram alta: tomate (93,50%), feijão carioca (53,02%), leite integral (11,92%), carne bovina de primeira (5,93%), pão francês (4,14%) e banana (4,13%). Os seguintes itens registraram queda de preço: café em pó (-10,39%), óleo de soja (-9,84%), açúcar cristal (-9,77%), arroz agulhinha (-4,80%), manteiga (-3,31%) e farinha de mandioca (-3,05%).
Em junho de 2026, o trabalhador de Salvador remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 94 horas e 29 minutos para adquirir a cesta básica. Em maio de 2026, o tempo de trabalho necessário havia sido de 95 horas e 59 minutos. Em junho de 2025, quando o salário mínimo era de R$ 1.518,00, o tempo de trabalho necessário foi de 90 horas e 25 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em junho de 2026, 46,43% da renda para adquirir a cesta. Em maio de 2026, esse percentual correspondeu a 47,17% da renda líquida e, em junho de 2025, a 44,43%.
Foto LustrousTaiwan/Pixabay
