PL debate lançamento de candidatura própria na Bahia após menções a aliados em apurações

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Integrantes do Partido Liberal (PL) na Bahia passaram a discutir internamente a possibilidade de lançar o ex-ministro João Roma na disputa pelo governo do estado. A movimentação ganha força diante do receio de correligionários de que desdobramentos de apurações envolvendo o Banco Master venham a impactar negativamente a imagem de lideranças alinhadas no estado, como o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil).

O objetivo central dos defensores da tese é resguardar a pauta de integridade do partido e blindar as candidaturas proporcionais que disputam vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Segundo interlocutores da legenda, a consolidação de uma bancada forte no Congresso e no legislativo baiano é a prioridade da sigla no pleito.

Estratégia eleitoral e alinhamento nacional

Além dos potenciais reflexos eleitorais do caso financeiro, integrantes da executiva partidária apontam divergências quanto à condução das alianças nacionais no estado. Dirigentes liberais criticam a postura de ACM Neto em relação à disputa presidencial, avaliando que a ausência de um apoio explícito ao projeto da legenda enfraquece a construção de um palanque conservador unificado na Bahia.

A proposta de uma candidatura própria puro-sangue do PL vinha sendo defendida por setores do partido desde o início do ano. Os apoiadores da iniciativa argumentam que uma chapa encabeçada por João Roma garante palanque direto para os nomes nacionais da sigla no estado e mobiliza a militância partidária na reta final da campanha.

foto reprodução redes sociais

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