Lula pede que Conselho de Segurança seja pacifista

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra em viagem pelo Continente Africano, disse que os países membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) precisam atuar de modo a promover a paz e não pelo fomento da guerra. Em passagem pela capital do Egito, Cairo, o mandatário do Brasil defendeu mudanças na governança global, durante declaração à imprensa acompanhado do presidente do país anfitrião, Abdel Fattah Al-Sisi.

É constante nas falas de Lula, a respeito da nova reconstrução mundial com a inserção de novos atores no cenário político-econômico mundial, que os países emergentes seja mais presentes, principalmente entre os países da África e América Latina, como membros do Conselho de Segurança da ONU.

Membros Atuais

Os atuais membros do Conselho de Segurança da ONU são Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido – países que podem vetar decisões da maioria, entretanto os países que integram como membros rotativos, não possuem poder de veto.

Lula defende que na nova geopolítica a ser construída na ONU seja extinto o direito de veto dos países. “È preciso que os membros do Conselho de Segurança sejam atores pacifistas e não atores que fomentam a guerra. As últimas guerras que nós tivemos, a invasão ao Iraque não passou pelo Conselho de Segurança da ONU, a invasão à Líbia não passou pelo Conselho de Segurança da ONU, a Rússia não passou pelo Conselho de Segurança para fazer guerra com Ucrânia e o Conselho de Segurança não pode fazer nada na guerra entre Israel e Faixa de Gaza”, disse Lula.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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