O secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, defendeu o Programa de Governo Participativo (PGP) como uma das principais marcas da gestão estadual e afirmou que a escuta da população é a base da formulação das políticas públicas na Bahia. Em artigo publicado no portal A Tarde, ele sustenta que governar “com o povo” é o princípio que orienta as decisões do governo.Segundo Loyola, o PGP ultrapassa o caráter de uma agenda de campanha e representa um modelo permanente de participação social.
Para o secretário, os encontros realizados nos territórios de identidade permitem que o governo conheça de perto as demandas da população e transforme esse conhecimento em planejamento, investimentos e ações concretas.O artigo destaca que, na atual edição do programa, sob a liderança do governador Jerônimo Rodrigues, foram promovidos 183 momentos de escuta nos 27 territórios de identidade da Bahia. As atividades reuniram plenárias, encontros setoriais, escutas organizadas por movimentos sociais e mecanismos de participação digital.
Na avaliação do secretário, cada contribuição recebida representa mais do que uma reivindicação. Ela traduz expectativas, propostas e o desejo da população de participar da construção das políticas públicas. Para Loyola, esse diálogo fortalece a democracia e aproxima o governo da realidade vivida pelos baianos.Ao concluir o artigo,
Loyola afirma que desenvolvimento e participação popular caminham lado a lado. Segundo ele, obras e investimentos se tornam mais eficientes quando refletem as necessidades da sociedade, consolidando o PGP como um instrumento que coloca a população no centro das decisões e do futuro da Bahia.
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