ABRACE Energia promove workshop para jornalistas sobre pautas regulatórias do gás natural em discussão na ANP

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A ABRACE Energia realiza, no próximo dia 02 de julho (quinta-feira), às 10h, em Brasília, o workshop “Gás Natural em transformação: os debates regulatórios que podem mudar o mercado” voltado a jornalistas. O objetivo é discutir os principais temas regulatórios do mercado de gás natural atualmente em tramitação na Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O encontro será realizado na sede da Associação, com transmissão online ao vivo para jornalistas de outras cidades.

A apresentação será conduzida pelo diretor de Gás Natural da ABRACE Energia, Adrianno Lorenzzon, e equipe técnica, com as presenças do presidente da Associação, Paulo Pedrosa, e da vice-presidente, Daniela Lopes Coutinho.

O workshop ocorre em um momento considerado decisivo para o avanço da abertura e da modernização do mercado brasileiro de gás natural. Na agenda regulatória da ANP estão discussões relacionadas ao escoamento, processamento e transporte de gás natural — temas considerados centrais para ampliar a concorrência, aumentar a transparência do setor e reduzir barreiras ainda existentes ao desenvolvimento do mercado.

Recentemente, mais de 25 entidades representativas da indústria, infraestrutura, comercialização e consumidores de energia divulgaram manifesto conjunto em defesa do avanço dessas discussões regulatórias, destacando a urgência do tema para a competitividade da economia brasileira.

As entidades defendem que o Brasil vive uma oportunidade histórica de consolidar um mercado de gás natural mais competitivo, eficiente e acessível, capaz de impulsionar investimentos, fortalecer a indústria nacional e contribuir para a transição energética com segurança. Durante o encontro, a ABRACE Energia irá detalhar:

  • Os processos regulatórios atualmente em análise na ANP;
  • Os impactos econômicos e concorrenciais das medidas;
  • Os efeitos esperados para preços, investimentos e competitividade industrial;
  • Os riscos de postergação das discussões;
  • Os próximos passos da agenda regulatória do gás natural.

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