Mulheres são maioria nas ações de voluntariado do Estado

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Mais de 61% dos cidadãos que atuam no Programa Bahia. Estado Voluntário hoje são mulheres. Criado pelo governo estadual com o objetivo de promover o voluntariado no Estado, a iniciativa conta atualmente com cerca de 34,8 mil cidadãos cadastrados na plataforma do programa, dos quais 21,4 mil são pessoas do sexo feminino. No mês em que é comemorado o Dia das Mulheres, os números demonstram a importância e a dimensão da contribuição da população feminina para uma sociedade mais solidária, cidadã e empática.

Gerido pela Secretaria da Administração (Saeb), o Bahia. Estado Voluntário é um programa que conecta entidades a cidadãos que pretendem atuar em trabalhos voluntários. Lançada em setembro de 2019, a iniciativa utiliza a plataforma www.estadovoluntario.ba.gov.br para fazer a intermediação entre instituições públicas/privadas com aqueles cidadãos que pretendem doar seu tempo e esforço para realizar trabalhos voluntários.

Como Funciona – O programa funciona fazendo intermediação via plataforma (www.estadovoluntario.ba.gov.br). As entidades que necessitam de voluntários fazem o cadastro no website, informando sua área de atuação e o tipo de atividade em que necessitam de apoio. O candidato a voluntário também faz seu cadastro, especificando que segmento possui interesse em atuar. A plataforma faz a interligação entre os dois (entidade e voluntário), com base nos pontos em comum.

Entre as 21 mil mulheres cadastradas no programa Bahia. Estado Voluntário, um exemplo de engajamento é a assistente social Saionara de Souza Gama Correia, 37 anos, que atua como voluntária no Centro Social Urbano (CSU) de Mussurunga. Saionara atua como voluntária no CSU do bairro onde mora desde 2024. A assistente social contou que já havia desenvolvido atividades de voluntariado no período da Covid-19 e sentiu a necessidade de voltar a contribuir com a sociedade novamente. No CSU, a voluntária faz acolhimento e escuta de pessoas da comunidade, principalmente idosos, e depois os encaminha para serviços e políticas públicas, além de ministrar aulas de qualificação social dentro de um programa do Governo Federal.

Ela possui um trabalho remunerado e doa seu tempo e sua mão de obra um dia por semana no Centro Social Urbano da sua comunidade. “Cada um contribui de uma forma. Alguns contribuem com alimentos, outros com dinheiro e outras pessoas com serviço. Eu sentia vontade de contribuir com o meu serviço. Do que vale a vida se não pudermos servir a outras pessoas?”, indagou a voluntária. Saionara disse ainda que tem refletido muito sobre uma frase que ouviu recentemente: “a vida também é útil quando podemos ser úteis para todos os seres”.

Foto Saeb

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