Inadimplência de aluguel na Bahia registra alta após queda nos dois últimos meses, aponta Índice Superlógica

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A inadimplência de aluguel na Bahia registrou alta expressiva em fevereiro, com a taxa passando de 5,13% em janeiro para 6,84% em fevereiro, segundo dados do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL) da Superlógica, principal plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para o mercado do morar. No comparativo com o mesmo período de 2025 (4,61%), houve crescimento de 2,23 pontos percentuais. O movimento acompanha a tendência nacional, que também apresentou alta após quatro meses consecutivos de queda, com a inadimplência chegando a 3,35% em fevereiro, ante 3,29% em janeiro.

A inadimplência de aluguel na Bahia registrou alta expressiva em fevereiro, com a taxa passando de 5,13% em janeiro para 6,84% em fevereiro, segundo dados do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL) da Superlógica, principal plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para o mercado do morar. No comparativo com o mesmo período de 2025 (4,61%), houve crescimento de 2,23 pontos percentuais. O movimento acompanha a tendência nacional, que também apresentou alta após quatro meses consecutivos de queda, com a inadimplência chegando a 3,35% em fevereiro, ante 3,29% em janeiro.

Com o resultado, o estado da Bahia registrou um dos maiores índices de inadimplência do país, acima inclusive da média da região Nordeste, que liderou o ranking nacional de inadimplência, com taxa de 4,67%, reforçando um cenário de maior pressão no mercado local. Segundo Manoel Gonçalves, Diretor de Negócios para Imobiliárias do Grupo Superlógica, o início do ano exige atenção. “A oscilação da inadimplência reflete um cenário ainda pressionado por inflação e juros, que impactam diretamente o orçamento das famílias e, por consequência, a capacidade de pagamento dos inquilinos”.

Entre a base analisada, a inadimplência em imóveis residenciais de alta renda (na faixa de aluguel acima de R$ 13.000), que esteve no topo das taxas mais altas durante 2025, teve alta expressiva de 3,81 ponto percentual, em fevereiro, com média de 8,58% contra 4,77%, em janeiro. Já os imóveis na faixa de até R$ 1.000, que registraram a maior taxa no mês passado no segmento residencial, subiram 1,32 ponto percentual, saindo de 5,76% para 7,08%, em fevereiro. A inadimplência de imóveis de R$ 2.000 a R$ 3.000 e R$ 3.000 a R$ 5.000 foram as mais baixas do período, com taxas de 2,78% e 2,89%, respectivamente.

Já em relação aos imóveis comerciais, a faixa até R$ 1.000 continua com a maior taxa, de 7,98%, alta de 0,76 ponto percentual na comparação com o mês anterior (7,22%). A segunda maior taxa foi em imóveis acima de R$ 13.000, com 4,67%. Já a menor foi na faixa de R$ 5.000 a R$ 8.000, de 4,09%.

Em relação ao tipo de imóvel, a taxa de inadimplência de apartamentos voltou a subir depois de três quedas seguidas, para 2,33%, após alcançar 2,15% em janeiro; a de casas subiu de 3,74% para 3,85%. Os imóveis comerciais também apresentaram alta, de 4,46% de inadimplência, em janeiro, para 4,75%, no último mês.

IIL por região

Em janeiro, a região Nordeste voltou ao topo do ranking de inadimplência, com uma taxa de 4,67%, alta de 0,71 ponto percentual em relação a janeiro (3,96%). Já o Norte, no topo no mês passado, ficou em segundo lugar, com 4,61%, alta de 0,58 ponto percentual, ante os 4,03% de janeiro. A região Centro-Oeste marca o terceiro lugar com 3,71%, um recuo de 0,43 ponto percentual, após os 3,28% do mês anterior. O Sudeste aparece em seguida, com taxa de 3,28% – alta de 0,12 ponto percentual em relação a janeiro –, e o Sul com 2,87%, mantendo a menor taxa do país, apesar da alta de 0,39 ponto percentual entre janeiro e fevereiro.

Foto Joelfotos/Pixabay

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