Febraban dá dicas de segurança para o pré-Carnaval

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O Carnaval ainda não chegou, mas em várias regiões do país, os ensaios de blocos e escolas de samba já começam a atrair os foliões. Quem pretende aproveitar a folia deve ficar ainda mais atento. Em meio às grandes concentrações de pessoas, criminosos aproveitam para furtar celulares e também contam com a distração das pessoas no momento dos pagamentos com cartão.

Um dos golpes mais comuns nesta época do ano é o chamado “golpe da maquininha”. Nesse tipo de crime, criminosos que atuam como vendedores observam a digitação da senha e, ao devolver o cartão, fazem a troca sem que a vítima perceba. Com o cartão e a senha em mãos, eles realizam compras indevidas. Por isso, é fundamental redobrar os cuidados ao efetuar pagamentos nas ruas.

Ao usar a maquininha, o visor do campo de senha deve exibir apenas asteriscos. O cliente também não deve concluir a compra caso o display do equipamento esteja danificado. Outro ponto essencial é inserir pessoalmente o cartão na máquina e confirmar se o cartão devolvido é realmente o seu.

“Antes de sair de casa, o cliente pode ajustar os limites do Pix e de seu cartão de crédito para valores que realmente for usar na festa. Outra dica é personalizar seu cartão, para que fique fácil sua identificação”, aconselha Raphael Mielle, diretor de Serviços e Segurança da Febraban.

Outra recomendação é sempre solicitar o comprovante impresso da transação ou conferir, no aplicativo do banco ou nas mensagens SMS, se o valor debitado está correto — inclusive em operações realizadas por aproximação.

Celulares

Os cuidados também devem ser redobrados em relação ao celular. Assim como os cartões, o aparelho não deve ser transportado solto em bolsos, especialmente em locais com grande circulação de pessoas.

Em situações de roubo ou furto em via pública, quando o celular está em uso, os criminosos podem ter acesso ao aparelho já desbloqueado. A partir disso, buscam senhas salvas em aplicativos e sites para tentar entrar no aplicativo bancário da vítima.

A Febraban reforça que os aplicativos dos bancos seguem rigorosos padrões de segurança em todas as etapas, desde o desenvolvimento até a utilização. Não há registros de invasão desses sistemas, que utilizam tecnologias avançadas e exigem, obrigatoriamente, senha pessoal e um segundo fator de autenticação definido por cada instituição financeira.

E a Federação também recomenda que o cliente baixe o aplicativo Celular Seguro, do Ministério da Justiça, feito em parceria com a Febraban e Anatel, que permite que um celular perdido, furtado ou roubado seja bloqueado de maneira rápida.

Foto Valter Campanato/Agência Brasil

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