Caminhada na Barra cobra visibilidade e políticas públicas para pessoas com Epilepsia

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Com o propósito de desmistificar a Epilepsia, combater o preconceito, fortalecer a autoestima e a autoconfiança, e promover a autonomia das Pessoas com Epilepsia, a Associação Baiana de Pessoas com Epilepsia, Familiares e Amigos (Abpefa) realiza neste domingo (22) a II caminhada de conscientização. A presidente da entidade, jornalista Alessandra Nascimento, que convive com essa enfermidade desde os oito anos de idade, explica que a Epilepsia é enquadrada como deficiência oculta, segundo a Lei 14.624/2023, mas as Pessoas Com Epilepsia não têm seus direitos respeitados e enfrentam dificuldades diariamente. A caminhada será do Farol da Barra até o Cristo, com concentração às 8h30 no farol.

A Epilepsia é uma doença neurológica crônica que se caracteriza por crises epilépticas ou convulsões que acontecem de forma recorrente. Estima-se que a doença afete 2% da população mundial, segundo aponta a OMS. “A caminhada e as ações do Março Roxo são formas de dar visibilidade a essa causa e mostrar que ninguém precisa enfrentar essa jornada sozinho”, afirma Alessandra Nascimento, que também é embaixadora da Associação Brasileira de Epilepsia (ABE) e do Programa Embaixadores da Saúde do Instituto Sabin.

A jornalista e ativista Alessandra Nascimento conta que resolveu criar a Abpefa, para fortalecer a rede de apoio às pessoas com epilepsia no estado da Bahia, depois de sofrer uma grave crise em 2021, que resultou na fratura do joelho e um período prolongado de incapacidade para o trabalho. “A partir dessa experiência, percebi o quanto ainda precisamos avançar em informação, acolhimento e garantia de direitos para quem vive com epilepsia”, afirma.

A ação da associação conta com patrocínio da LivaNova e apoio de diversas instituições, entre elas a Associação Brasileira de Epilepsia (ABE), Afya Salvador, Sociedade de Neurologia da Bahia, Ketocal Danone, APLB, Grupo Escoteiros da Bahia, Associação Bahiana de Imprensa (ABI), Sinapro Bahia, Agência Avoar, Programa Embaixadores da Saúde do Instituto Sabin, Portal Café com Informação, DMF Contabilidade, além das clínicas Pamdora, Núcleo Baiano de Neurocirurgia, Lumminus Saúde Integrada e Neurocare.

Para essa caminhada a Abpefa reservou algumas camisas que, devido a rápida adesão da sociedade baiana se esgotaram e, com isso a entidade pede que, aqueles que se solidarizam com a conscientização sobre a epilepsia vistam roxo e participem do ato que tem como objetivo principal a discussão e a construção de políticas públicas para as pessoas com Epilepsia na Bahia.

Foto Divulgação

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