Em abril de 2026, o preço da cesta básica de Salvador apresentou aumento de 2,28% em relação a março. O preço foi de R$ 677,25. Em 12 meses, o preço acumulou elevação de 7,14%. Na variação acumulada em 2026, houve alta de 11,49%. Entre março e abril, seis dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (13,44%), leite integral (7,79%), feijão carioca (3,03%), manteiga (2,75%), arroz agulhinha (1,92%) e pão francês (0,83%). Os outros seis produtos apresentaram queda de preço: café em pó (-3,30%), óleo de soja (-1,72%),
farinha de mandioca (-1,57%), carne bovina de primeira (-1,32%), açúcar cristal (-0,27%) e banana (-0,23%).
No acumulado dos últimos 12 meses, foram registradas elevações em seis dos 12 produtos: feijão carioca (29,34%), carne bovina de primeira (14,40%), tomate (12,28%), banana (10,10%), pão francês (4,30%) e leite integral (1,44%). Apresentaram diminuição de preços: arroz agulhinha (-22,34%), açúcar cristal (-16,93%), farinha de mandioca (-4,83%), manteiga (-4,30%), café em pó (-3,09%) e óleo de soja (-0,81%).
No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, seis produtos registraram alta: tomate (72,83%), feijão carioca (31,75%), leite integral (6,49%), banana (6,38%), carne bovina de primeira (5,46%) e pão francês (3,35%). Os seguintes produtos apresentaram queda de preço: açúcar cristal (-6,68%), óleo de soja (-6,45%), arroz agulhinha (-5,34%), café em pó (-4,50%), farinha de mandioca (-4,43%) e manteiga (-0,46%).
Em abril de 2026, o trabalhador de Salvador remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 91 horas e 55 minutos para adquirir a cesta básica. Em março de 2026, o tempo de trabalho necessário havia sido de 89 horas e 52 minutos. Em abril de 2025, quando o salário mínimo era de R$ 1.518,00, o tempo de trabalho necessário era de 91 horas e 37 minutos. Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em abril de 2026, 45,17% da renda para adquirir a cesta. Em março de 2026, esse percentual correspondeu a 44,16% da renda líquida e, em abril de 2025, a 45,02%.
Foto Tumisu/Pixabay
